Franca, 09 de setembro de 2010         
 
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CDHU convoca comerciantes do Leporace para reunião
Jornal Diario da Franca

O comunicado que a CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano) soltou convocando os comerciantes da Avenida Abrahão Brickmann, no Parque Vicente Leporace, causou certa desconfiança nos moradores do bairro e líderes comunitários.

Hoje eles vão se reunir na Associação de Moradores, na Rua Ilton Barbosa Silva, 740 Leporace I, às 20 horas para encontrar uma alternativa sobre o assunto.


Já a reunião com a CDHU está prevista para acontecer na Associação Paulista do Ministério Público nesta quarta-feira a partir das 18 horas. Essa reunião também deixou os donos de pontos comerciais inseguros.


André Szabo, presidente da União das Associações Comunitárias de Franca, disse que a comissão se reuniu no final do ano passado em São Paulo - reunião que foi intermediada pelo deputado Roberto Engler (PSDB) - e lá ficou acertado entre as partes que seriam suspensas as discussões até março deste ano.


"Foi falado também que nenhuma decisão seria tomada se não fosse com essa comissão que foi legitimada, inclusive com o Ministério Público. Para nossa surpresa a reunião ia acontecendo sem ter sido combinada, pois não fomos convocados para essa reunião junto à promotoria e a CDHU".


A comissão que responde pelos comerciantes se reunirá para analisar e deliberar sobre a estratégia a ser tomada amanhã durante a reunião entre a CDHU e a promotoria.


"Nesse encontro nós vamos avaliar todos os aspectos que poderão estar envolvidos antecipando alguns problemas para que realmente os comerciantes possam não entrar numa cilada, porque aquilo que a gente entendia ter como certa - essa reunião - não aconteceu, fomos pegos de surpresa".


O objetivo desse encontro também é para que os comerciantes não sejam pegos de surpresa na quarta-feira. "É para que não se envolvam e se comprometam com alguma coisa que realmente não é de interesse comum".


André diz que eles não vão aceitar qualquer decisão radical da CDHU. "Nós não podemos aceitar isso. O que a gente deve fazer é sentar, negociar e achar um denominador comum interessante para a comunidade, pois estamos defendendo interesse dos comerciantes, mas muito mais o da comunidade".

 
 
 
   
   
   
   
   
   
 
   
 
   
 
   
 
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